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SINDROME DA VACA LOUCAA doença ou síndrome da vaca louca é cientificamente denominada de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB). Esta enfermidade é transmitida através da ração animal, pela farinha de carne, um dos ingredientes comumente empregado na fabricação de rações. Mas a doença só poderá ser transmitida se houver a ingestão de farinha de ossos e de carne de animais contaminados. No Brasil, desde 1996, o consumo desse tipo de ração encontra-se proibido. A maior parte do gado brasileiro se alimento de pasto, o que elimina a possibilidade da doença contaminar os animais. Entretanto, alguns animais são importados da Europa e são introduzidos no país na forma de sêmen, embriões ou animais vivos. O agente infeccioso da doença vaca louca não é um vírus, que exige material genético (ácidos nucléicos), e sim proteínas, que provocam certas desordens degenerativas do sistema nervoso central em animais e humanos. Esta proteína ou moléculas é denominada de príons, que se multiplicam, transformando proteínas normais em nocivas. A encefalopatia espongiforme, pode ficar incubada por anos e décadas, mas se estiverem ativadas, transformam o cérebro em uma massa esponjosa, com diversos buracos. Existem versões de príon que provocam doenças semelhantes no homem, denominadas de encefalopatias espongiformes transmissíveis, todas fatais. As duas mais conhecidas são o kuru (em Papua Nova Guiné) e a doença Creutzfeld-Jakob (existente em todo mundo). Os príons são resistentes aos métodos de esterilização existentes, como calor e radiação, o que dificulta a sua prevenção. A sua detecção nos alimentos também é difícil. A doença também pode existir em aves. Sempre procure um Medico Veterinário para primeira analise e tratamento. |





